Novo Quadro de Parceria com o País para a Guiné-Bissau Propõe um Programa Seletivo e Flexível do Grupo Banco Mundial

WASHINGTON, 13 de Junho 2017 –  O Grupo Banco Mundial (GBM), endossou hoje o novo Quadro de Parceria com os País (Country Partnership Framework – CPF, sigla em inglês) para o Guiné-Bissau, cobrindo o período 2018-2021; a primeira estratégia abrangente para o país desde 1997. “O objetivo, a longo prazo, da participação do Grupo Banco Mundial, é ajudar o Guiné-Bissau a cumprir os novos objetivos-alvo de uma redução da pobreza sustentada e de prosperidade partilhada, reconhecendo embora o contexto de alto risco,” disse Louise Cord, Directora Nacional do Banco Mundial para a Guiné-Bissau. “O CPF propõe um programa do GBM seletivo e flexível. As áreas de enfoque do programa incidirão sobre um aumento do acesso a serviços básicos de qualidade e um alargamento das oportunidades económicas, assim como uma maior resiliência perante choques. Sendo a Guiné-Bissau um país frágil, o GBM terá de resolver alguns desafios na implementação, de forma inovadora e estratégica. Concentrar-se-á no melhoramento de serviços e em oportunidades económicas em zonas fora da capital (áreas rurais e cidades menos importantes) consolidando ao mesmo tempo os já existentes investimentos financiados pelo GBM fora da capital (zonas rurais e cidades secundárias) consolidando, simultaneamente, os investimentos financiados pelo GBM na capital, Bissau”, explicou Kristina Svensson, Representante Local do Banco Mundial. O Grupo Banco Mundial procurará também criar incentivos de mudanças, utilizando instrumentos com base em resultados, para reforçar funções setoriais cruciais do estado, envolver e capacitar as comunidades e cidadãos para participarem num reforço “ascendente” da procura e da criação de mecanismos responsáveis por melhores serviços. “A nossa instituição terá uma presença no país mais forte, que permitirá uma colaboração mais eficaz do GBM e melhor coordenação com os parceiros de desenvolvimento, incluindo as agências das Nações Unidas”, afirmou Cord. O novo CPF beneficiou das conclusões obtidas no Diagnóstico Sistemático do País e da Avaliação de Fragilidade de 2015. Reflete também os dados colhidos em consultas com o Governo, setor privado, sociedade civil e parceiros de desenvolvimento. O CPF apoia o plano nacional de desenvolvimento, Terra Ranka (Novo Arranque) que foi desenvolvido pelo Governo eleito em 2014. Ao abrigo da 18ª reposição de recursos da Associação Internacional para o Desenvolvimento (AID 18) a dotação nacional para a Guiné-Bissau deverá ser quase duplicada, em comparação com a dotação da AID 17, que foi de USD 42 milhões.

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